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Emicida se pronuncia durante briga judicial com irmão e deseja “acordo amigável”
Por Administrador
Publicado em 05/04/2025 00:30
Entretenimento

Foto : Reprodução instagram

Por Bahia Noticias

Mais um capítulo foi incluído da briga entre os irmãos Emicida e Fióti, nesta sexta-feira (4). Em comunicado oficial, o intérprete de AmarElo afirmou que a decisão de encerrar parceria com irmão foi tomada após “diversas tentativas de alcançar uma harmonia”. 


“Primeiramente, Leandro não está de acordo com a abordagem adotada por alguns veículos de comunicação, que têm se utilizado de termos como ‘roubo’ e ‘desvio’ na tentativa de traduzir o objeto da disputa judicial em curso, fruto de uma precipitação de uma das partes, que resultou em divulgações de informações distorcidas”, comunicou em nota. 

Na publicação, compartilhada em suas redes sociais, Emicida afirma que os termos em questão não foram utilizados por ele nos autos do processo e é de seu desejo alcançar “um acordo amigável entre as partes” para que “a paz volte a reinar entre os irmãos”. 

 

 


Ainda nesta sexta-feira (4), a jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, divulgou um vídeo em que o rapper Emicida afirma que iria elaborar um contrato em que seu irmão teria 50% do lucro do Laboratório Fantasma. 


O vídeo se trata de um trecho de uma videoconferência realizada na presença do gerente financeiro da empresa e de todos os sócios, incluindo os irmãos. A assessoria de Emicida, entretanto, afirma que o vídeo foi editado e teve seu contexto “omitido”. A assessoria de Fióri também não comentou sobre o vazamento de informações. 

 

 


Na última quinta-feira (3), a mãe dos dois artistas publicou um texto em defesa do filho mais novo Fióti, onde afirma que “sua dor é nossa dor” e desabafa sobre o poder da palavra. 


A parceria entre os irmãos foi encerrada na última sexta-feira (28), através de uma publicação de Emicida comunicando aos fãs que Fióti não representava mais sua carreira. 

 


O Bahia Notícias teve acesso a uma ação que corre na 2ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem de São Paulo. Na ação, Fióti acusa Emicida de ter revogado, sem aviso, uma procuração que lhe dava acesso às contas e sistemas da empresa Lab Fantasma.

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