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Essas doenças impedem motoristas idosos de renovarem a CNH ; Veja
Por Administrador
Publicado em 05/04/2026 12:54
Cotidiano
Foto: Reprodução/DW/ND Mais

 CNH para idosos pode não ser renovada em casos em que doenças comprometem a capacidade de dirigir com segurança de motoristas acima de 60 anos.

 

CNH para idosos pode não ser renovada em casos de doençasCNH para idosos não será renovada para quem tiver doenças crônicasFoto: Reprodução/DW/ND Mais

A CNH para idosos pode não ser renovada em casos em que doenças comprometem a capacidade de dirigir com segurança de motoristas acima de 60 anos.O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) exige avaliação médica e psicológica para verificar a aptidão dos condutores.Diversas condições de saúde podem impactar diretamente motoristas com mais de 60 ou 70 anos, especialmente quando afetam reflexos, cognição ou provocam episódios súbitos que colocam em risco a condução.O processo de renovação inclui exames presenciais realizados pelo Detran, com o objetivo de analisar as condições físicas e mentais do condutor. Caso sejam identificados riscos, o motorista pode ser considerado inapto temporária ou permanentemente.

Doenças afetam a segurança no trânsito em idososDoenças podem afetar a segurança no trânsito em motoristas idososFoto: Fellipe Yuri/Ascom Detran

A base legal dessas exigências está no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e nas normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), com destaque para a Resolução nº 927/2022, que regulamenta os critérios de avaliação médica e psicológica.

CNH para idosos: veja doenças que podem impedir renovação

A CNH para idosos pode ser negada ou suspensa quando determinadas doenças afetam diretamente a segurança na direção, conforme avaliação médica obrigatória.

Motoristas com mais de 60 anos devem estar com exames em diaMotoristas com mais de 60 anos são obrigados a realizarem examesFoto: Reprodução/Detran/ND Mais

Entre as principais condições que podem impedir a renovação estão:

  • Doenças neurológicas: Alzheimer, Parkinson, epilepsia não controlada, AVC e outros quadros que afetam coordenação e cognição;
  • Distúrbios visuais e auditivos: catarata avançada, glaucoma, retinopatia diabética e perdas severas não corrigíveis;
  • Doenças cardíacas: arritmias graves, insuficiência cardíaca, infarto recente e condições que podem causar desmaios;
  • Doenças mentais ou cognitivas: demência e transtornos que comprometem atenção, julgamento e tomada de decisão;
  • Diabetes e hipertensão: quando descontroladas e associadas a complicações que afetam a saúde geral;
  • Apneia do sono: em estágios graves, quando provoca sonolência excessiva durante o dia.

A análise é individual e considera o grau de controle da doença, o histórico do paciente e o impacto real na capacidade de dirigir, garantindo que a decisão priorize a segurança no trânsito.

 

 

 

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